16 de setembro de 2011

Cruzada 32X: Mais pérolas... mas sempre um salvador!



Cruzada 32X

Saudações caros leitores, apareço diante de vocês novamente para aclamar que dessa vez preferi não mesclar entre os posts da Cruzada 32X porque esse post já estava praticamente pronto e o primeiro mês do trimestre sempre é complicado pra mim, isso nunca foi uma grande novidade. Enfim, vamos ao jogos da vez.

NBA Jam Tournament Edition

NBA Jam Tournament Edition NBA Jam Tournament Edition
NBA Jam Tournament Edition NBA Jam Tournament Edition

Já conhecia a série e tinha ouvido falar muito bem da versão 32X, reconheço que ela ficou muito boa, mas ainda prefiro a versão do Mega Drive, talvez porque naquela eu ganhava e nessa eu só perco. Os comandos são bem simples (Apertar A = Fingir que vai arremessar a bola / Manter pressionado o A = Arremessar a bola / Manter pressionado o B = Correr, embora o cara que escolhi mal saia do lugar / Apertar C = Roubar a bola), embora existam alguns outros comandos que eu desconheço (A+C, etc) e confesso que isso dificulta um pouco a jogabilidade. Particularmente não sou tão fã de jogos de basquete, mas se for para considerar todos, talvez NBA Jam seja o meu preferido devido a sua jogabilidade mais fácil se comparado a outros jogos do tipo. Nessa versão há uma leve música ao fundo na partida e a clássica narração ("He's on fire!", "Boomshakalaka!") continua presente. Pelo que vi, parece ser um bom jogo multiplayer, talvez até melhor que a versão do Mega Drive.

NFL Quarterback Club

NFL Quarterback Club NFL Quarterback Club
NFL Quarterback Club NFL Quarterback Club

Eu não sei jogar futebol americano, continuo sem saber e sem ter a mínima vontade de saber. O jogo é confuso demais, havendo umas paradas para determinar táticas, eu não sabia nem onde estava tempo para saber onde o jogo acabava. Resultado: eu mal tive paciência de terminar um tempo do jogo sequer. Não posso opinar se o jogo é bom ou ruim por um motivo: eu não sei absolutamente nada de futebol americano, e eu como bom pseudo-alemão, pretendo continuar sem saber. Com relação a jogabilidade, ela é boa, consegui até marcar um ponto, mas o jogo e as regras continuam sendo um mistério e tanto para mim. Fui pesquisar no gamefaqs para saber a aprovação do jogo dos usuários, e ele teve uma média de 7,5, talvez seja porque não conheça nada de futebol americano mesmo.

Primal Rage

Primal Rage Primal Rage
Primal Rage Primal Rage

Jogo lançado somente na América. Mais um jogo de luta sinistro para o 32X, não é pior que o Brutal, mas fede do mesmo jeito. Dessa vez, os lutadores são dinossauros! Ele tem uma jogabilidade estranha e tem o mesmo problema do Brutal com relação aos golpes especiais, onde eles existem, mas você não sabe soltá-los. As músicas são razoáveis e os efeitos sonoros irritantes. Em quesitos gráficos, até o Brutal ganha, porque este tenta fazer uma mistura de Mortal Kombat com... Jurassic Park, que obviamente não deu certo. Eu tenho muita pena de quem comprou isso na época, isso não se faz nem com seu pior inimigo, sendo ele um réptil ou não.

RBI Baseball '95

RBI Baseball '95 RBI Baseball '95
RBI Baseball '95 RBI Baseball '95

O melhor jogo de baseball que joguei foi para o Playstation (PSX) chamado de Interplay Sports Baseball 2000, porque ele tinha um sistema fácil de entender e era possível ganhar e controlar seus jogadores facilmente, ao contrário deste, onde a CPU tem vantagens sobre você, além de não ter encontrar muitas formas de rebater a bola. Conheço razoavelmente as regras do Baseball, esse é um jogo bem bonito, particularmente, achei melhor que o NFL Quarterback Club, talvez porque eu me simpatize mais com o baseball do que com o futebol americano, embora no quesito de esportes americanos / estrangeiros, o golf seja o meu preferido. A jogabilidade é média, a trilha sonora é boa, bem como os efeitos sonoros, e os gráficos são bons. Para quem gosta do esporte, até vale a pena.

Star Trek Starfleet Academy: Starship Bridge Simulator

Star Trek Starfleet Academy: Starship Bridge Simulator Star Trek Starfleet Academy: Starship Bridge Simulator
Star Trek Starfleet Academy: Starship Bridge Simulator Star Trek Starfleet Academy: Starship Bridge Simulator

Jogo lançado oficialmente pela TecToy no Brasil. Abram alas para o jogo de maior nome do sistema! Com 55 caracteres, Star Trek [...] é o jogo de nome "mais grande" do sistema. Trata-se de um jogo muito estranho, as pessoas criticam o Kolibri dizendo-o que é um jogo confuso, mas este aqui me pareceu bem mais confuso, pela grande diversidade de comandos que podem ser utilizados e por não ter entendido o verdadeiro propósito do jogo. Aparentemente, parece ser um simulador de nave mais chato e confuso do que o Star Wars Arcade. Os gráficos fora do simulador em si são muito bons, mas dentro dele são razoáveis, as músicas são boas e altas (fui jogar às 1h30min e tomei um susto com a música alta do jogo) e os efeitos sonoros não são tão bons assim, a jogabilidade é ruim, até a do Star Wars Arcade é melhor.


Posts anteriores da Cruzada 32X

• Introdução: Demos início à Cruzada Sega 32X!
• Cruzada 32X: Começamos bem... ou nem tanto
• Cruzada 32X: Estamos só no começo!
• Cruzada 32X: Raposa fêmea com voz de homem e pássaro atirador

Até mais,
Wolfwood


30 de agosto de 2011

Cruzada 32X: Raposa fêmea com voz de homem e pássaro atirador



Cruzada 32X

Saudações caros leitores, venho aqui a fim de prosseguir com mais um post da Cruzada 32X. Dessa vez, esse longo tempo sem Cruzada foi justificada via twitter e não quero ninguém enchendo a minha paciência porque demorei. Aproveito para dizer que é um prazer imenso fazer essa Cruzada, ela tem sido bastante interessante, além de me fazer conhecer melhor um sistema que antes só conhecia de nome e aparência. Agora, ao post, dessa vez com análises maiores que o habitual.

Blackthorne

Blackthorne Blackthorne
Blackthorne Blackthorne

O jogo foi lançado oficialmente no Brasil pela TecToy. Blackthorne é um jogo de plataforma estilo Prince of Persia e Flashback (sendo classificado dentre os tipos de jogos de plataforma como "Plataforma cinematográfica"). A versão 32X ficou parecida com a versão de SNES em termos gráficos, a jogabilidade não é difícil de ser dominada, característica deste tipo de jogo. No jogo, você é um atirador e seus inimigos são ogros (que riem da sua cara quando lhe acertam um tiro ou soco) e outras criaturas não-humanas que aprisionam humanos, que você pode inclusive matá-los (os humanos) se quiser, mas eles poderão ajudá-los com itens e dicas, particularmente, não sei se matá-los ou não influencia na história do jogo, pois essa é a segunda vez que jogo este jogo. O jogo começa com uma animaçãozinha bem razoável, dá para entender a história do jogo, que não é tão profunda assim, e a animação em si é bem fraca. Quanto a trilha sonora, ela é boa, mas enjoativa, as músicas do jogo são muito repetitivas e parecidas, por mais que a música combine com o jogo, ela fica na sua cabeça e depois de muito tempo jogando, você já não aguenta mais ouví-la.

Brutal Unleashed: Above the Claw

Brutal Unleashed: Above the Claw Brutal Unleashed: Above the Claw
Brutal Unleashed: Above the Claw Brutal Unleashed: Above the Claw

O jogo já começa estranho, pois quando vai aparecer a tela de título uma voz muito rouca e com sotaque fala "Bruutalll". Jogo de luta terrível, jogabilidade péssima e muito rápida, a diferença de força para o soco fraco para o soco forte é brutal (como o nome do jogo já diz), pois enquanto você precisa dar mais ou menos uns 60 socos fracos para derrotar seu oponente, apenas uns 10 socos fortes são necessários para tal. Em pouco tempo de jogo, percebi alguns leves bugs como o fato dos personagens se moverem sozinhos as vezes (fui no multiplayer tentar liberar alguns golpes especiais e percebi o personagem 2 andava pouco mesmo sem estar sendo controlado). Os efeitos sonoros são terríveis e a trilha sonora é bem razoável, com músicas repetitivas e as vozes de todos os personagens era a mesma (para vocês terem uma ideia, até a raposa fêmea tinha voz de homem). No modo aventura (estilo Street Fighter), os personagens tem uma ordem já pré-estabelecida (ou seja, sempre vai começar com tal personagem, sempre que você for jogar) para virem lhe enfrentar, as animações de vitória e derrota são as mesmas sempre e eu ainda não entendi como soltam os golpes especiais do jogo. A única coisa que salva nesse jogo são os gráficos que estão bem feitos, principalmente os de fundo.

Fifa Soccer '96

Fifa Soccer '96 Fifa Soccer '96
Fifa Soccer '96 Fifa Soccer '96

O jogo foi lançado em 1995 apenas na Europa, sendo cancelado na América e não foi lançado no Oriente. Pensando no fato que estamos falando de um jogo de futebol lançado para 32X, é difícil pensar coisa boa, mas até que dá para tirar alguma coisa desse Fifa, se não fosse a jogabilidade ruim, onde eu mesmo em 8 minutos de jogo não ter descoberto o botão do "carrinho" e o que chutava para gol, pois todos os botões mandavam bola alta e o "B" passava, fazendo dessa forma com que o controle se tornasse um mistério para mim. A câmera do jogo é bem estranha (embora possa ser modificada), além de ter modos estranhos de lateral, escanteio e tiro de meta do goleiro. Apesar de tudo, o que mais me impressionou é a diversidade de times (tem até campeonato sueco, holandês e malaio) e seleções (com direito a Nova Zelândia e Zâmbia) no jogo, inclusive com times brasileiros como América Mineiro e Guarani, além de se mostrar, em quesito de menus e efeitos sonoros, um fiel predecessor dos demais jogos da franquia Fifa. Porém, nem tudo são flores, embora existam animações legais do telão no jogo (de meio tempo e quando se faz gol), os jogadores ficam parados após fazer gol, fazendo apenas uma rápida comemoração, correndo ao lado do campo e ficando lá... parado! Tratando-se de 32X, dava para fazer coisa melhor.

Kolibri

Kolibri Kolibri
Kolibri Kolibri

Foi lançado oficialmente no Brasil pela TecToy. Kolibri é um dos jogos mais estranhos, bizarros e diferentes que já vi na vida. No jogo, você é um Kolibri - uma espécie de beija-flor - que percebe que a floresta está morrendo após cheirar uma flor, e perto desta flor havia um cristal que lhe concebe poderes (permite a você, Kolibri, lançar tiros, projéteis ou algo que o valha) para salvar a floresta de insetos que estão acabando com ela. O jogo é muito bonito em quesitos gráficos, a jogabilidade é estranha, mas não por causa do controle, mas sim porque o jogo começa repentinamente, não há vozes, nem falas, você tem que deduzir o que se tem que fazer, a dificuldade é alta (justamente por ser um jogo bem diferenciado), as músicas são boas e combinam bem com o jogo, ainda que sejam um pouco repetitivas. O jogo parece ter uma grande quantidade de fases, não sei dizer se existem chefes ou algo assim. Para quem quiser entender mesmo como funciona o jogo, recomendo fortemente assistir algum vídeo do jogo no Youtube, em imagens é difícil conseguir visualizar a física do jogo.

Metal Head

Metal Head Metal Head
Metal Head Metal Head

Foi lançado oficialmente no Brasil pela TecToy. Metal Head é um FPS (embora você possa alternar para TPS) com robôs dos bons, é raro ver algo do tipo nos 32 bits, no máximo temos Doom ou algo parecido em termos de FPS, mas dificilmente vemos um FPS com robôs ser coisa boa, felizmente, este é uma exceção. Esse jogo é feito bem na medida: boa jogabilidade (gostei mais do jogo quando descobri que podia correr), missões realizáveis (embora a primeira seja chata, porque você não consegue saber no mapa onde todos seus inimigos estão), os gráficos, embora existam bugs e demora no carregamento de gráficos de determinadas partes, são bons, ainda mais na hora de mostrar rostos de pessoas que você faz compras ou de seu chefe. O jogo tem vozes (e em um número relativo alto se comparado a outros jogos da plataforma), e a trilha sonora é muito boa. Quanto a história do jogo, aparentemente ele parece ter uma história baseada em guerra e parece bem aprofundado.


Posts anteriores da Cruzada 32X

• Introdução: Demos início à Cruzada Sega 32X!
• Cruzada 32X: Começamos bem... ou nem tanto
• Cruzada 32X: Estamos só no começo!

Até mais,
Wolfwood


7 de agosto de 2011

Redenção Gamística Lobonesca



Saudações caros leitores deste humilde blog, venho aqui mais uma vez para fazer um post que já estava devendo a muito: a Redenção Gamística Lobonesca acerca dos Pecados Gamísticos revelados há mais de um ano por mim e que sempre foi um tópico muito bem lido aqui no site.

Naquela época, eu nem colecionava video games, talvez, aquele post tenha sido o que introduziu o meu site a um blog da blogosfera retro-gamer, fazendo a partir disso, conhecer mais sobre os video games e talvez, por consequência, tenha me transformado em um colecionador por causa disso.

Comparado àquela época, hoje o meu conhecimento acerca do assunto video games se encontra ainda mais amplo, principalmente para alguém de minha idade, pois a chance de alguém que nasceu no mesmo ano que eu conhecer um jogo como Sunset Riders e Rock'n Roll Racing são pouquíssimas, sendo que ambos são dois jogos que me aproximei mais atualmente, já matando, assim, a 20ª posição dos meus pecados gamísticos, confesso que era TRISTE e não sabia por não conhecer um jogo tão sensacional como Sunset Riders, ainda mais alguém como eu que adora histórias e jogos de velho-oeste.

Agora, vamos à redenção...



20º Lugar: Sunset Riders (SNES)


Situação: Viciado no jogo.
Comentários a respeito: Repito mais uma vez o que disse na introdução: era TRISTE e não sabia por não conhecer Sunset Riders. Ainda não zerei, mas eu e o edwazah do Retroplayers estamos para zerar em algum evento retro-gamer.

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19º lugar: Battletoads in Battlemaniacs (SNES)


Situação: Continuou sem interesse em jogar.
Comentários a respeito: Nunca tive vontade de jogar Battletoads (qualquer um, olha um pecado gamístico mais amplo), continuei não tendo. Mas um dia vai, aí quem sabe eu posso acabar gostando de um jogo de plataforma com um sapo?

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18º Lugar: Castlevania - Symphony of the Night (PSX)


Situação: A oportunidade ainda não chegou.
Comentários a respeito: Sempre quando falo de Castlevania, eu deixo bem claro: "Eu não gosto de Castlevania, mas não joguei o Symphony of the Night". Não posso fazer nada, PSX sempre foi uma plataforma que tive tanta coisa para jogar e acabei não jogando nada.

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17º Lugar: F-Zero (SNES)


Situação: Jogou e tem o cartucho em casa.
Comentário a respeito: Por sorte, achei uma oferta legal e comprei o jogo, em outras palavras, tive a oportunidade de jogar o jogo pela primeira vez no próprio sistema de origem, sem emuladores e nem nada do gênero. Jogo divertido.

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16º Lugar: Metroid (NES)


Situação: Jogou uma vez no emulador e não gostou.
Comentário a respeito: Não adianta, nunca irei gostar de Metroid, tirando a Samus, nada mais me atrai naquele jogo. Tentarei novamente quando der... mas acho difícil de verdade eu começar a gostar.

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15º Lugar: Super Mario Bros. 3 (NES)


Situação: Jogou, adorou, começou a fazer diário de bordo, sofreu impeachment e hoje tem o cartucho original em casa mesmo sem ter um NES.
Comentário a respeito: Creio que todos os jogos da lista, esse foi o que mais me zuaram por não ter jogado, mesmo estando em 15º lugar, realmente entendo, esse jogo é uma maravilha.

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14º Lugar: Kenseiden (SMS)


Situação: Tem o cartucho em casa, só jogou uma vez.
Comentário a respeito: Comprei o cartucho, pena que sou ruim pra caramba, talvez seja por isso que não tenha resolvido jogar o jogo mais a fundo.

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13º Lugar: Excite Bike (NES)


Situação: Jogou no 3DS de colegas.
Comentário a respeito: O jogo é bom, pena que eu só tenha conseguido pegar o jeito do jogo na última vez que o joguei... e já me esqueci como era.

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12º Lugar: Secret of Mana (SNES)


Situação: Faltou oportunidade.
Comentário a respeito: Ainda quero jogar, ouvi falar que o multiplayer dele é um dos melhores do SNES. Droga... a vontade de jogá-lo voltou novamente.

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11º Lugar: Valis (série)


Situação: Jogou razoavelmente, mas tem o cartucho do Valis III em japonês de Mega Drive.
Comentário a respeito: Parece ser um jogo um bocado interessante, ainda estou para jogar mais a fundo e conhecer mais da série.

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10º Lugar: Streets of Rage (SMD)


Situação: Jogou e gostou, mas não zerou.
Comentário a respeito: Beat 'n up é um gênero legal, pena que tenha jogado poucos jogos do gênero, Streets of Rage felizmente foi um dos que eu joguei.

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9º Lugar: Double Dragon (série)


Situação: Só teve oportunidade de jogar o pior jogo da série, pelo menos tem consciência disso e prefere não ter opinião formada com relação a série.
Comentário a respeito: Comprei o cartucho do Double Dragon V - The Shadow Falls para o SNES, mas o jogo era horrível, não é a toa que já me livrei dele. Fico triste quando lembro que ainda não joguei este beat 'n up.

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8º Lugar: Ninja Gaiden (série)


Situação: A velha desculpa de não ter tido oportunidade... e nem vontade.
Comentário a respeito: Droga, acabei jogando Shinobi pra caramba e me esqueci do Ninja Gaiden, mais uma vez fico triste perante a isso.

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7º Lugar: Final Fantasy VII (PSX)


Situação: Jogou e zerou a versão PC em português.
Comentário a respeito: Depois de 3 anos de diversas pessoas enchendo o meu saco para terminar esse jogo, terminei o mesmo na primeira semana de Julho deste ano e realmente não precisa de filme mesmo para entender o final do jogo. O jogo é interessante... mas está longe de Vossa Senhoria. Ah sim, One Winged Angel está longe de ser melhor que Dancing Mad, muito, muito longe.

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6º Lugar: The Legend of Zelda (NES)


Situação: Jogou o mesmo tanto que o Metroid.
Comentário a respeito: Interessante, nunca tive paciência para terminar RPGs que não se tem uma ordem como o primeiro The Legend of Zelda e Anguna. Na oportunidade, já sabem. Pecado grande mesmo foi o fato de não ter zerado nenhum The Legend of Zelda na vida... e não sentir falta.

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5º Lugar: Zillion (SMS)


Situação: Jogou bem pouco no emulador de Master System para o DS, uma vez.
Comentário a respeito: Joguei tão pouco e foi no ano passado, tanto que nem lembro direito... só me lembro que era um jogo de ação futurista, parecia legal. Depois jogarei mais numa oportunidade.

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4º Lugar: Ys (série)


Situação: Jogou somente o Ys III para SNES em japonês.
Comentário a respeito: Preciso jogar mais da série para conhecê-la melhor, o Ys III para SNES não é lá aquelas coisas, principalmente em japonês...

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3º Lugar: Dragon Quest (série)


Situação: Não jogou e continua sem vontade de jogar.
Comentário a respeito: Dragon Quest me lembra japonês e Dragon Ball, duas pragas. Talvez jogue quando der vontade, não é possível que os japoneses coloquem tanto hype num jogo a toa.

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2º Lugar: Phantasy Star (série)


Situação: Jogou a versão de Master System o mesmo tanto do The Legend of Zelda.
Comentário a respeito: Parece interessante, adorei aquele negócio dos túneis, até andei procurando algumas versões para comprar, infelizmente, não consegui achar nenhuma a preço acessível.

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1º Lugar: Breath of Fire (série)


Situação: Não jogou e quer MUITO comprar a versão de SNES.
Comentário a respeito: Este é um RPG que pouco conheço e um dos quero realmente conhecer, espero poder ter o meu próprio cartucho até o ano que vem.




Este post foi só para quebrar um pouco a Cruzada 32X, mas depois tem mais! Espero poder jogar os jogos que faltam o quanto antes.

Até mais,
Wolfwood