1 de maio de 2010

Meu amor incondicional por Final Fantasy VI



Final Fantasy VI

Algumas pessoas não conseguem compreender o meu amor incondicional por Final Fantasy VI, dizem que existem jogos melhores (geralmente, sempre citam Chrono Trigger, já vou dizer sobre ele mais adiante), com gráficos melhores e etc, mas logo vocês compreenderão por que amo esse jogo, e não é a toa que o considero como o melhor jogo da história.

1- A forma como conheci o jogo.

Já devo ter citado sobre isso em algum lugar, ou comentado com muitos a respeito disso: conheci o jogo através de um grande irmão, que hoje já não está mais entre nós, que havia me insistido muito para que jogasse o jogo, e disse que se não jogasse, não completaria minha missão na Terra (o mesmo valia para Chrono Trigger, falo dele mais adiante). Na época, era um pirralho (ainda sou, mas era mais, digamos), e só queria saber algum jogo parecido com o Super Mario RPG (que havia jogado e adorado), e ele citou o Final Fantasy VI, no qual não havia achado nem um pouco parecido, pois enquanto Super Mario RPG tem uma história simples, a história de Final Fantasy VI é bastante complexa.

2- A época em que o joguei.

Usei o Final Fantasy VI como forma de refúgio dos meus problemas, que por sua vez, não eram poucos: aquela era a época mais difícil de toda a minha vida. O jogo ajudou a me fazer esquecê-los, pelo menos até o momento de ter de parar de jogar e ficar pensando um pouco sobre o jogo, até começar a fazer alguma outra coisa, seja lá o que fosse. A cada dia que jogava, me sentia mais inspirado, cada vez mais fascinado com a magnífica história daquele jogo. Acreditem se quiser, mas ele foi muito mais importante do que parece.

3- A época em que terminei de jogá-lo.

Terminei o jogo por volta do dia 17 de Julho de 2009. Heero Yui havia morrido no dia 12 de Julho de 2009, ou seja, terminei o jogo mais ou menos uma semana depois da morte de uma pessoa importante para mim, e não era qualquer um: foi justamente da pessoa que havia me recomendado o jogo. Com isso, associo muito o jogo à ele, e esse foi um dos maiores motivos por amar esse jogo. Lembro que quando os créditos começaram, lágrimas escorreram nos meus olhos, e fiz questão de ver os mais de 20 minutos de créditos do jogo, com direito a ficar 5 minutos olhando para a tela de "The End" para ver se realmente não tinha mais nada depois daquilo.

4- 29 personagens jogáveis.

• Vicks (Biggs); (soldado inicial)
• Wedge; (soldado inicial)
• Terra Branford (Tina); (personagem fixa)
• Locke Cole (Lock); (personagem fixa)
• Mog (Mogli); (personagem fixa)
• Kupek (Moglin); (Mog / Kupo que ajuda Locke na caverna)
• Kupop (Mogret); (Mog / Kupo que ajuda Locke na caverna)
• Kumama (Moggie); (Mog / Kupo que ajuda Locke na caverna)
• Kuku (Molulu); (Mog / Kupo que ajuda Locke na caverna)
• Kutan (Moghan); (Mog / Kupo que ajuda Locke na caverna)
• Kupan (Moguel); (Mog / Kupo que ajuda Locke na caverna)
• Kushu (Mogsy); (Mog / Kupo que ajuda Locke na caverna)
• Kurin (Mogwin); (Mog / Kupo que ajuda Locke na caverna)
• Kuru (Mugmug); (Mog / Kupo que ajuda Locke na caverna)
• Kamog (Cosmog); (Mog / Kupo que ajuda Locke na caverna)
• Edgar Roni Figaro; (personagem fixa)
• Shadow / Clyde; (personagem fixa)
• Sabin Rene Figaro (Macías "Mash"); (personagem fixa)
• Banon (Bannan); (chefe dos Returners)
• Celes Chere; (personagem fixa)
• Cyan Garamonde (Cayenne); (personagem fixa)
• Gau; (personagem fixa)
• Setzer Gabbiani; (personagem fixa)
• Strago Magus (Stragus); (personagem fixa)
• Relm Arrowny; (personagem fixa)
• Leo Cristophe; (general do império)
• Maduin (Madeen); (pai de Terra)
• Umaro; (personagem fixa)
• Gogo. (personagem fixa)

5- Ter sido criado originalmente para meu console preferido: SNES.

Costumo gostar de grande parte dos jogos de SNES, porque o modelo gráfico me agrada muito, o mesmo vale para jogabilidade. Prefiro muito mais um RPG com os gráficos e no estilo do SNES, do que um RPG atual, com gráficos e jogabilidades totalmente inovadoras. Fora que cresci com o sistema, esse é um dos fatores que me fizeram amar o SNES, e preferir ele aos consoles atuais.

6- Opera House.

A melhor parte do jogo, sem dúvidas. Nunca senti tantos calafrios em um curto espaço de tempo como senti quando vi aquilo pela primeira vez. Fiquei impressionado, fascinado, nunca imaginei que o SNES, o console que cresci jogando, aguentaria uma maravilha daquelas, lágrimas vieram nos meus olhos, e foi a partir daquele instante que me apaixonei por Final Fantasy VI.

7- Uma história polêmica e empreendedora.

Final Fantasy VI não está preso a apenas uma história principal, mas sim em diversas histórias de diferentes pessoas unidas em um só objetivo: derrotar o império que ameaça o mundo. Assuntos polêmicos também estão presentes no jogo: suicídio, gravidez na adolescência, etc, coisa que não está presente em mais nenhum jogo da série.

8- Trilha sonora PERFEITA.

Até hoje, continuo ouvindo e reouvindo as músicas do jogo, tanto as versões originais, como orquestradas e remixadas, porque elas são o MÁXIMO, muito bem escolhidas, como a "Searching for Friends", que toca logo após a destruição do mundo, "Phantom Train", a música do trem fantasma, "Dancing Mad", a música "sacra" que toca durante o último chefe, mostrando que o mesmo já estava no nível de um deus, entre todas as outras que tocam.

9- Por que não Chrono Trigger?

Fico pensando seriamente se ao invés de ter começado a jogar Final Fantasy VI, tivesse preferido começar pelo Chrono Trigger (Heero Yui me recomendou ambos, e o próprio preferia Chrono Trigger). Até porque, já zerei o Chrono Trigger, e não o achei tão surpreendente como Final Fantasy VI. De fato, é um grande jogo, não me impressiona que muitos gostem muito dele, mas falar que é melhor que Final Fantasy VI é muita sacanagem, Final Fantasy VI tem uma história muitíssimo mais complexa (e não tem personagens "mudos", coisa TOTALMENTE desnecessária).

Muitos vêm falando dos gráficos, das viagens no tempo e da trilha sonora: com relação aos gráficos, não sou iludido por gráficos, de fato, os gráficos de Chrono Trigger são melhores que os de Final Fantasy VI, mas e daí? Curto muito mais a Blackjack do que a Epoch;
Com relação às viagens no tempo, é um recurso legal e interessante, mas não acho isso tão significativo, é só um elemento da história, Final Fantasy VI tem os Espers, por exemplo. Aproveitando que falei em Espers, aquele papo de magia do Chrono Trigger não me convence, já Final Fantasy VI gira em torno da magia.
Com relação à trilha sonora, nem se fala, Final Fantasy VI tem músicas muito marcantes, não que Chrono Trigger não tenha, mas Final Fantasy VI owna nesse quesito.

Chrono Trigger é um jogo muito bom, está à altura de Final Fantasy VI, mas não o supera. Gosto é gosto, prefiro complexidade à gráficos.

10- Prende a atenção do jogador.

O jogo já começa no mistério, é muito interessante o sistema de Flashback do jogo, pois o jogador vai descobrindo a origem das coisas aos poucos, o jogador tem que ir ligando os fatos para compreender um pouco com as coisas aconteceram, e isso prende a atenção do jogador, por querer saber o que aconteceu, por querer ver como tudo vai terminar, e por descobrir mais informações interessantes sobre toda essa história, sobre a origem dos personagens, etc.

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Agora mostrei para vocês o porque meu amor por Final Fantasy VI é incondicional, discricionário e ilimitado. Aguardem, porque em breve continuarei com a minha trajetória em volta das traduções de Final Fantasy VI em 88 dias.

Até mais,
Wolfwood


12 de abril de 2010

Final Fantasy VI: Parte 2



Jornada Final Fantasy VI


Existem pessoas que acham desisti dessa minha tal de trajetória em volta das traduções de Final Fantasy VI para o Portuga em 88 dias (tá certo que até eu havia achado que tinha desistido), mas quando se trata de Final Fantasy VI, podem apostar que impossivelmente dificilmente desistirei, por mais horrendo e trabalhoso que seja.

Sobre a minha trajetória, ninguém pode reclamar porque tem até português de Portugal no meio, então gente insatisfeita daqui não vai sair, só se aparecer alguém do Timor Leste, São Tomé e Princípe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Angola ou Moçambique, coisa que acho difícil acontecer, já que nem gente do Brasil mesmo aparece, mas caso apareça, só posso dizer o seguinte: se existir alguma tradução para o português dessas regiões, por favor, me informem, porque vou querer conferir sem nenhuma sombra de dúvidas.

Aproveitei uns 5 minutos de preguiça e fiz mais um pouco dessa minha jornada, até porque, estava ouvindo mais uma versão orquestrada da música mais fodônica que já ouvi na vida, que só podia, claro, ser do jogo mais fodônico da história: Final Fantasy VI, e com isso, me senti inspirado o suficiente para continuar com essa trajetória para mais e mais pessoas conhecerem esse jogo fenomenal.

Observação: Para quem realmente não lembra dessa minha trajetória centenária, favor ler essa postagem para mais explicações. Agora não quero ouvir reclamações de que sai por aí inventando brincadeira só para encher linguiça do blog não.

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Para os esquecidos, a ordem das imagens das traduções feitas é a seguinte:

1ª-GTP.
2ª-Portrad.
3ª-Sandman 0.75.
4ª-Sandman 0.90.

Segue a minha terceira leva de imagens, a segunda considerando partes do jogo já dentro do jogo (ou seja, aonde realmente comecei a jogar):

• 1º Chefe:

GTP_008
Portrad_008
Sandman75_008
Sandman90_008

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• O encontro com o Esper:

GTP_009
Portrad_009
Sandman75_009
Sandman90_009

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• A casa daquele que nos salvou:

GTP_010
Portrad_010
Sandman75_010
Sandman90_010

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• Introdução à primeira personagem: Terra (Tina no Japão):

GTP_011
Portrad_011
Sandman75_011
Sandman90_011

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Observações: Na imagem da tradução do Portrad do 1º chefe do jogo, o texto realmente não foi traduzido, não foi engano meu. Como alguns podem perceber, em geral, as duas últimas imagens de cada seção são iguais, mas não se surpreendam, pois lembrem-se que se as duas traduções são feitas pela mesma pessoa, mas são duas versões diferentes.

Creio que por enquanto é só isso, aguardem por novidades e atualizações de outras das minhas aventuras bizarras.

Também estou pensando seriamente em fazer uma coisa especial para vocês relacionado à minha relação com Final Fantasy VI, mas aguardem, pois vou ver o que posso fazer.

Até mais,
Wolfwood


11 de abril de 2010

Redimindo meus pecados



Beldonho


Depois da minha demonstração que sou um demônio, finalmente resolvi juntar os pauzinhos e começar a me redimir e virar um ser purificado.

Confesso que escolhi uma das piores horas para fazer isso, tenho provas trimestrais do Liceu (madness) em breve, e nem comecei a estudar ainda, mas isso não vem ao caso, nós temos que dar um jeitinho sempre, porque a nerdisse continua, não importa o período, a única vantagem é que, se começar agora, a chance de me enlouquecer com as provas vai diminuir, porém, as minhas notas também.

Estou fazendo o possível para jogar os jogos que dá no DS, para facilitar a minha vida, mas tem alguns que não funcionam, aí esses vão ficar para depois. Iria começar com NES, mas como o NesDs resolveu tirar uma com a minha cara (é nessas horas que penso em adquirir um Dingoo), vou deixar o NES para depois e começar com os jogos do Master System e do Mega Drive, que deu uma quantidade grande de jogos, mais do que esperava, já que quis me redimir quase que totalmente.

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Após uma longa pesquisa, os jogos da minha 1º fase de absolvição de pecados serão:

Mega Drive: (no DS, no emulador jEnesisDS - *calafrio*)

• Phantasy Star II (B) (REV01) [!].gen >>> Estranhíssimo, que saiba, não existe tradução oficial da TecToy feita para o Phantasy Star II, mas já que estava no pacote do GoodGen 3.00, vai essa versão mesmo;

• Phantasy Star III - Generations of Doom (B) [!].gen >>> Agora sim vou ver se Phantasy Star III é bom ou não com a tradução oficial da TecToy;

• Phantasy Star IV - The End of the Millenium (U) [T+Por].gen >>> Peguei no GoodGen 3.00 (se bem que, na verdade, peguei do emu-russia que por sua vez pega os ROMS no GoodGen), certamente essa é a grandiosa tradução feita pelo grupo PS4br no qual terei a honra de conferí-la;

• Streets of Rage (JUE) (REV 00) [!] [T+Por].bin >>> Foi um saco achar a ROM em .bin, tive que baixar um torrent por causa dessa e de mais algumas outras ROMs (para poder inserir os IPS). A tradução usada é a única que encontrei na BR Games, feita pelo meu colega Kmikz, quando estava no grupo Evil Darkness;

• Streets of Rage 2 (U) [!] [T+Por].bin* >>> Veio no mesmo torrent do jogo acima. A tradução usada é a feita pelo grupo GTC, peguei esta porque aparenta ser a única com acentos;

• Streets of Rage 2 (U) [T+Por_XMib].gen* >>> Essa estava no GoodGen 3.00, só peguei por isso. Como está no nome, é a tradução feita pelo Xmib da BR Games;

• Streets of Rage 3 (U) [T+Por_SpkLeader].gen* >>> Essa estava no GoodGen 3.00 e parece ser uma tradução para o português de Portugal por um tal de SpkLeader, já que não está na BR Games;

• Streets of Rage 3 (U) [T+Por_XMib].gen* >>> Essa também estavan o GoodGen 3.00, por isso que resolvi pegá-la também, dessa vez sim é uma tradução para o nosso português brazilian, feita por um cara chamado XMib, como o nome já diz;

• Syd of Valis (U) [T+Por] [!].bin >>> Veio no torrent que baixei, é incrível com as ROMs de Mega Drive são estranhas... A tradução usada é a feita pelos mestres Musashi & Lynx na época em que estavam no IPS Center;

• Valis (U) [T+Por].gen >>> Estava no GoodGen 3.00. A tradução pode ser a feita pelo Gagá (aka Orakio Rob), a do mestre Lynx ou a feita pelo fiel salvador da BR Games, agora qual delas é, só testando para saber;

• Valis III (U) [T+Por_Desconhecido].gen >>> Estava no GoodGen 3.00. Como já diz no nome, não se sabe o autor da tradução, o que não me surpreende, já que na BR Games tem uma tradução cujo o autor é desconhecido também;

• Ys III - Wanderers from Ys (U) [!].gen >>> Poderiam ter escolhido um nome melhor para a série, quando se pesquisa por "Ys", acha 666 resultados que enervam, creio que esse foi um dos motivos que não joguei o jogo antes. Esse jogo baixei sem tradução para o português, me sinto corajoso por isso.

* Peguei duas versões diferentes, mas analisarei qual das duas está em melhor estado e jogarei apenas uma delas, e por questão de ética, não direi qual das ROMs escolhi.

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Master System: (no DS, no emulador ApprenticeMinusDS_0.2.6)

• Kenseiden (UE) [!] [T+Por].sms >>> Esse jogo e o resto peguei no GoodSMS 3.13, se bem que teve alguns que tive que inserir a tradução manualmente, esse aqui foi o caso. A tradução usada é a feita pelo grande devilfox do Po.B.R.E. (versão 1.3);

• Ninja Gaiden (E) [!] [T+Por].sms >>> Peguei no GoodSMS 3.13 e inseri o IPS da tradução manualmente. Outra tradução feita pelo grande devilfox do Po.B.R.E.;

• Phantasy Star (B) [!].sms >>> Peguei no GoodSMS 3.13, e como o nome diz, indica que foi traduzido oficialmente, ou seja, é a tradução feita pela TecToy, vamos ver se está com uma qualidade boa;

• Ys - The Vanished Omens (UE) [!].sms >>> Peguei no GoodSMS 3.13, e vou jogar em inglês, mais uma vez estou me sentindo corajoso por tentar jogar um RPG em inglês, coisa que não tenho paciência;

• Zillion (UE) (V1.1) [!] [T+Por].sms >>> Peguei a ROM no GoodSMS 3.13 e inseri a tradução manualmente. Mais uma tradução feita pelo grande devilfox, em homenagem de 1 ano de fundação do grupo Po.B.R.E.;

• Zillion II - The Tri Formation (UE) [!] [T+Por].sms >>> Assim como o jogo acima, peguei a ROM no GoodSMS 3.13 e inseri a tradução manualmente. Mais uma vez, outra tradução feita pelo devilfox (esse sabe traduzir jogos de Master System) em homenagem de 1 ano de fundação do grupo Po.B.R.E..

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Agora sim, estou indo ao caminho da purificação da alma nerdística. Mas esse é só o primeiro passo, ainda tenho muito chão pela frente ainda. Em breve vou dar notícias quentes sobre o Picross e aquilo que sempre venho falar aqui: ROMHacko, fora outras baboseiras também.

Até mais,
Wolfwood


28 de março de 2010

Pecados gamísticos do Lobim



Tudo foi uma ideia do Game Retrô, aonde ele teve a ideia de confessar os seus pecados retrogamísticos, os jogos clássicos que nunca jogou. O legal é isso foi repassando de blog para blog, e é legal ver os pecados do pessoal. Tá certo, ninguém me convidou para fazer isso, mas vou fazer do mesmo jeito porque achei legal.

Vocês vão se surpreender com os meus pecados, e claro, vou começar de trás para frente, porque assim fica mais legal. Ao contrário do outros, vou apelar muito mais, correndo o risco de me suicidar: vou fazer um Top 20.

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20º lugar: Sunset Riders (SNES)



Ok, não é tão pesado assim, mas mesmo assim, é um jogo que já ouvi falar muito do SNES e não o joguei nem um pouco (no máximo, devo ter alugado a fita quando tinha uns 5 anos e não lembro).

Não gosto? Não, pelo o que vi, é um jogo que iria gostar muito, mas ainda não tive a oportunidade de jogá-lo ainda. Pretendo jogá-lo, parece interessantíssimo, mas por enquanto, ele está na lista de espera.

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19º lugar: Battletoads in Battlemaniacs (SNES)



Agora peguei pesado, já ouvi muitos dizendo que esse é um dos melhores jogos de SNES, e apesar disso, o jogo nunca me chamou a atenção. Vi que o personagem principal era um "coisa", e não gosto de jogar com coisas abstratas, que seja ao menos um animal conhecido.

Não gosto? Talvez, o pouco que conheço do jogo não me agrada, quem sabe se algum dia me der interesse em conhecer o jogo eu não acabe gostando dele?

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18º lugar: Castlevania - Symphony of the Night (PSX)



Está começando a ficar difícil de suportar. Normalmente, esse seria um jogo que ficaria mais a frente, mas como estamos falando de retrojogos, esse vai ficar aqui atrás mesmo. Esse é um dos jogos mais conhecidos do PSX, já ouvi falar muito desse jogo, mas por se tratar de Castlevania e de PSX, nunca tive interesse em jogar.

Não gosto? Eu não gosto da série Castlevania, talvez porque tenha jogado poucos jogos, já ouvi falar que esse em especial é muito bom. Provavelmente algum dia vou colocar meu PSX para funcionar e jogar esse jogo.

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17º lugar: F-Zero (SNES)



Um jogo de corrida conhecidíssimo do SNES, adorado por muitos (incluindo o #Dandy-BR, que quer um remake dele), mas que nunca joguei porque já conhecia outros de corrida muito bons (Top Gear e Super Mario Kart), e não vi a necessidade de jogá-lo.

Não gosto? Nunca fui muito viciado em jogos de corrida, é raro jogar, mas embora tenha sempre ouvido falar bem desse jogo, nunca tive a curiosidade de jogar, quem sabe um dia...

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16º lugar: Metroid (NES)



Eu não gosto muito de Metroid, não sei por que, joguei um pouco o de SNES, e não cheguei a terminar a primeira fase, não tenho paciência para jogos como esse. Embora confesse que a Samus é bonita pra caramba...

Não gosto? Os jogos da série que joguei não gostei, o que me faz pensar que certamente não vou gostar desse também. Talvez quando realmente não tiver nada para fazer, e estiver num PC que só tem isso e um emulador de NES, aí vou pensar em dar uma olhadinha no jogo.

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15º lugar: Super Mario Bros. 3 (NES)

SMB3


A partir de agora, a maioria dos jogos que aparecer vai ser aqueles que realmente tenho vergonha de admitir que não joguei. Eu gosto dos jogos do Mario, são divertidos pra caramba. Esse eu realmente tenho muita vergonha de admitir que não joguei, em breve vou aproveitar que saiu tradução e dar uma olhada, para redimir parte de meus pecados, que estão bem extensos.

Não gosto? Nem a pau, gosto muito dos jogos do Mario, e esse tenho quase certeza que não será exceção. Ainda esse ano vou jogá-lo, provavelmente.

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14º lugar: Kenseiden (SMS)

Kenseiden


Um jogo de ação indinês (indiano + chinês) que parece ser um tanto interessante, porém, quando se trata de jogos indinês e japoreanos (japonês + coreano), eles não costumam chamar minha atenção, pois não curto muito a cultura dos orientais, gosto é gosto. É um dos maiores clássicos do Master System, e tem uma tradução fodástica feito pelo devilfox, ainda hei de abrí-lo no emulador um dia, e talvez comece a ver a cultura dos orientais com outros olhos.

Não gosto? Não sei, é um jogo de ação, sou bem flexível quando se trata dos mesmos, por exemplo: não gosto de Shinobi, mas adoro Jurassic Park. Vou jogá-lo algum dia quando tiver uma boa oportunidade.

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13º lugar: Excite Bike (NES)

Excite Bike


Clássico do NES. Nunca me deparei com a ROM dele antes, ou uma oportunidade de jogá-lo, se não, certamente já o teria jogado alguma vez. Parece ser um jogo divertido e interessante.

Não gosto? Esse realmente não posso falar nem um pouco, pois só vi algumas poucas imagens. Algum dia me dá uma louca e jogo ele.

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12º lugar: Secret of Mana (SNES)



Parece ser outro RPG muito batuta do SNES. Uma das coisas que mais gosto quando se trata de video game são os RPGs no estilo dos RPGs de SNES, dificilmente teve algum que joguei e não gostei (só lembro do The legend of the Zelda: A link to the past). O jogo em si parece ser interessante, vi umas imagens agora, e até fiquei com vontade de jogá-lo, mas pena que já estou jogando o Final Fantasy IV (e já parei, falta de tempo e querer jogar no PC com outras coisas para fazer é complicado).

Não gosto? Acho que vai ser REALMENTE difícil não gostar desse jogo, considerando que ele tem todos os quesitos para amá-lo. Certamente não vou morrer antes de jogá-lo.

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11º lugar: Valis (série)



Esse não sei nem que gênero de jogo ele é, mas se foi lançado para um monte de sistemas, incluindo o Sharp X68000, então jogo ruim ele não é. Não sei o grau de gravidade de pecado que é nunca ter jogado esse jogo, então por isso decidi deixar ele aqui.

Não gosto? Não faço ideia, não sei nem o gênero do jogo, como poderei saber se vou gostar dele ou não? Apesar que o nome parece ser batuta, se bem me lembro, Valis era o nome do inimigo do Link no The legend of the Zelda: Minish cap.

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10º lugar: Streets of Rage (SMD)



Esse me dá muita pena de não ter jogado. Já me falaram que esse jogo é melhor que Final Fight, que é um jogo que tenho bastante simpatia. Ele é um dos clássicos do Mega Drive, não sei como não fui jogá-lo.

Não gosto? Acho que dificilmente não gostaria dele, embora nunca o tenha jogado. Se dizem que ele é melhor que Final Fight, então é provável que vá gostar dele, não que goste muito de jogos de pancadaria, mas é bom jogar algumas vezes para desestressar.

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9º lugar: Double Dragon (série)



"Ó Deus, sei que estou indo longe demais, mas por favor, entenda-me! Escute as minhas súplicas! Perdoai os meus pecados, sei que não sou puro! Farei o possível para me tornar um homem santo!"

Realmente, essa foi de doer, Double Dragon é uma grande série (para piorar mais ainda: achei que Double Dragon fosse somente de Master System) que nunca joguei, embora já tive algumas boas oportunidades para jogá-lo. O jogo parece ser interessante, não o tipo de jogo que viciaria, mas o suficiente para jogar por alguns dias.

Não gosto? Não sei, o jogo parece ser de ação, não acho que ficaria totalmente madness pelo jogo, mas quando me der na telha, vou jogá-lo.

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8º lugar: Ninja Gaiden (série)



"Ó meu Deus! Sei que talvez nunca me perdoarás, mas sou apenas um humilde mortal!"

Vergonhoso, eu sei, já estou pensando na corda ao redor do meu pescoço, nunca ter jogado Ninja Gaiden é um imenso ultraje. Um grande clássico dos consoles antigos nunca foi jogado por mim, me sinto humilhado. Sei que é um jogo de ação, mas nunca o joguei, e dessa vez sim, assim como o 9º lugar, tive oportunidades para jogá-lo.

Não gosto? É a mesma coisa que o de cima, quando se trata de jogos de ação sou bem flexível, ou seja, só jogando mesmo para ter certeza se vou gostar ou não.

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7º lugar: Final Fantasy VII (PSX)



"Queimarás no fogo do inferno, herege!"

Esse e todos os outros Final Fantasy de PSX nunca passaram pelas minhas mãos, mesmo com traduções lançadas para eles. Esse é considerado por muitos o melhor jogo já lançado na história dos video games (e aqueles que não consideram esse, consideram o The legend of the Zelda: Ocarina of Time), e fora que esse é a sequência do melhor jogo da história: Final Fantasy VI. Sei que nunca o joguei por ver que o protagonista é um loirinho que carrega uma espada enorme, o que me faz pensar que esse jogo deve ser muito zuado, fora que é necessário ver um filme para saber como a história termina, isso para mim soa muito ridículo.

Não gosto? Não sei mesmo, considerando que é um RPG de PSX (não de SNES, que são meus favoritos), pode acontecer de gostar ou não dele, só pegando para jogar para entender. Farei o possível para jogá-lo ainda esse ano.

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6º lugar: Zelda (NES)



"Nem mesmo a morte poderá pufiricar os seus pecados".

Um grande clássico dos 8 bits. Gosto de Zelda, mas dessa vez, nesse jogo, não tive uma oportunidade que me fizesse pensar em jogá-lo. Me arrependo amargamente de nunca ter jogado esse jogo que é de uma das franquias mais conhecidas dos video games.

Não gosto? Muito difícil, é Zelda, os jogos da série costumam ser divertidos, acho que vai ser realmente difícil não gostar desse.

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5º lugar: Zillion (SMS)



"Seres como você deveriam ser expurgados desse mundo, deviam virar poeira cósmica no universo!"

O clássico do Master System. Nunca joguei, mesmo com tradução lançada pelo devilfox, que chegou até a sair no RHDN. Me sinto realmente envergonhado por nunca ter jogado esse jogo, que parece ser um tanto fodônico.

Não gosto? Nunca joguei, mas o jogo parece ser interessante, terei de jogá-lo mais cedo ou mais tarde.

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4º lugar: Ys (série)



"Compreendo-o perfeitamente meu senhor, mas aqui estou a fim me redimir, para jurar-lhe que hei de ser fiel, hei de ser uma boa pessoa, sei bem o quanto errei, ou senão, o que estaria fazendo aqui? Compreenda-me e escute minha súplica e veja o quão sincera és!"

Parece ser um puta de um RPG bom, estava até pensando em traduzir um antes mesmo de jogá-lo, só de ver algumas imagens e vídeos a respeito, mas depois que vi que já existia uma tradução, não tive mais a ideia, e também não tive a curiosidade de testar tal tradução ainda.

Não gosto? Acho que vai ser difícil não gostar, mas como não conheço a série, não posso falar nada, eu vou jogá-lo antes de morrer!

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3º lugar: Dragon Quest (série)



"Não adiantarás em nada fazer tal encenação ridícula, herege. Seus pecados são grandes demais para serem expurgados, seu caso não tem volta!"

Pelo visto, esse é um dos jogos mais presentes nas confissões gamísticas do pessoal, pelo menos já sei que não sou o único que cometou tamanho pecado. Outra série que parece ser ownante, tem inclusive jogos dele no SNES, ou seja, é bem provável que vá gostar quando jogar.

Não gosto? Considerando que foi o desenhista do Dragon Ball que fez os desenhos, pode acontecer d'eu não gostar, mas vai saber, ele desenhou também a galera do Chrono Trigger, e até que gostei do jogo.

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2º lugar: Phantasy Star (série)



"Os seres humanos são uma mera raça inútil, que comete tais pecados, pecados inimagináveis e inexpurgados, eles são lixo se comparados aos deuses!"

Que o Orakio Rob do Gagá Games não leia isso aqui, se não ele irá me esquartejar e jogar para os crocodilos comerem. Confesso que tenho muita vergonha de não ter jogado essa série ainda, mas vou jogá-lo, sério, gostaria de não ir para o inferno, e não jogar esse jogo é como ganhar uma passagem direto ao inferno.

Não gosto? Santa burrisse, Batman! Como não vou gostar? É um grande RPG que nunca joguei, as chances d'eu não gostar dessa série é do mesmo tamanho de um átomo! Por que será que não o joguei antes?

Puts, se Phantasy Star foi o segundo lugar, qual será o incrível jogo que ficou em primeiro lugar? Deve ser um pecado tremendo, nenhuma vez na história da humanidade algo assim deve ter acontecido, se preparem, pois a seguir vem o maior pecado gamístico do Lobim, o autor deste humilde blog.

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1º lugar: Breath of Fire (série)



"Seres humanos não são deuses! Afinal, o que é um deus perante a um ser humano? O ser humano tem a capacidade do sentimento, do errar e saber que errou, ao contrário dos deuses, que são autoritários e não se dão conta de SEUS próprios pecados, pois vocês mesmos cometem o que vocês definem como pecados e não percebem. Vocês, deuses, não existem, são criaturas nulas para a existência de nós, seres humanos!"

Sim, fui capaz de cometer tal injúria, fui capaz de não ter jogado Breath of Fire, uma puta série que teve suas origens no meu console preferido: o SNES. Não tive a oportunidade de jogá-lo, mas poderia muito bem ter criado uma. Sempre ouvi falar muito bem desse jogo, ainda não acredito que nunca o joguei.

Não gosto? Aprendam: quando se trata de RPG de SNES, a chance de não gostar é baixa, vide raríssimas exceções. Jogarei-o quando possível, junto com os outros 19 dessa lista, algum dia, com certeza.

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Consegui ficar vivo, só estou sem um braço e um olho, foi a única forma de conseguir permanecer inteiro depois dessa jorrada de pecados. Fora que teve outros que não citei, como Enduro, Alien 3, Out Run, Batman, Brandish e Knights of Round, mas deixa isso para lá, não quero ser mais humilhado do que já fui agora.

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Como sou sacana, deixo aqui o link de outros sites para vocês verem que não fui o único que teve que ser expurgado:

- A Link To The Past;
- Blog do Gustavo;
- Cemetery Games;
- Dimensão X;
- Dingoo BR (Mauro);
- Dingoo BR (Sandro “Tandrilion”);
- Dingoo BR (Zolini);
- First Stage;
- Gagá Games;
- Game Retrô;
- GLStoque;
- MMOPlayers;
- New Old Players;
- “Nostalgia” && “Tecnologia”;
- Retronews Forever;
- Retroplayers.

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Creio que por enquanto é só, aguardem por mais novidades em breve.

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• Redenção Gamística Lobonesca

Até mais,
Wolfwood


8 de março de 2010

Começando uma vida decente (ou não)



Como lhes foi anunciado na postagem anterior, estou entrando numa trajetória (observem que na mesmíssima postagem anterior, uma das tags foi "Trajetórias", usada anteriormente somente no Space Invaders) importante da minha vida: a busca de uma vida decente, aonde, na verdade, não se trata de uma trajetória propriamente dita, mas de um conjunto de mudanças em minhas próprias atitudes que fará com que a minha vida se torne algo decente. Claro que, como todo bom badernista, está sendo complicado e delicado seguir em tal trajetória, mas estou caminhando em passos calmos, sabendo que isso vai ser bom para minha formação como pessoa, pois não há segunda opção, ela até existe, mas prefiro não pensar nos horrores.

Enfim, deixando as filosofias juvenis de lado, falemos de algo que realmente é relevante (minha vida em si não é uma relevância para vocês, leitores), embora os temas que serão ditos não sejam tão quantitativos assim.

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Não há necessidade atualmente de subdividir entre "My ROMHackos" e "ROMHackos of others", devido à precariedade do número das minhas ações ROMHackeenses, consigo resumir tudo em poucas linhas.

Battleship está parado, spyblack voltou à ativa recentemente, e receio que vai demorar mais um pouquinho para sair, mas se estivesse somente comigo, iria demorar muito mais. Estou averiguando se dá para sair um BETA do Picross DS, talvez saia logo, depende muito da minha espontâniedade e disponibilidade, mas vale ressaltar que vai estar pouco traduzido (até porque, é BETA). Em resumo, é só isso que fiz nesse tempo, sendo as novidades do Battleship foram de agora pouco.

Sobre "ROMHacko of others", tem mais coisas do que foi dito no paragráfo anterior, naturalmente, visando que sou um só.

Sobre os ROMHackos da nossa pátria amada, saíram apenas alguns "upgrades" de traduções já lançadas anteriormente, uma delas se trata do "Spelunker" de Nintendo Entertainment System lançada pelo Jorge Manoel, colega no qual conversei pouco, e a outra se trata do grande e clássico "Super Mario World" do melhor sistema já existente na história, o Super Nintendo Entertainment System, lançada pelo Killer Skull, tradução na qual tive a honra de participar, sendo ela atualmente a única tradução do jogo com os gráficos "MARIO START, LUIGI START, Course Clear, TIME UP, BONUS GAME e GAME OVER" traduzidos, e junto com a tradução do Samus (no qual também tive a honra em ajudar), são as duas últimas e, ao meu ver, melhores traduções lançadas do jogo para o Português.

Errata (dia 09/03/10): A tradução do Super Mario World do Killer Skull citada era a versão 1.1, que não contava com o gráfico "Course Clear", era algo que não sabia, mas o Killer Skull acaba de me falar, porém, acabo de ver também que ele lançou a versão 1.2, possivelmente a versão final da tradução, e agora sim conta com o gráfico "Course Clear" traduzido.




Sobre os ROMHackos of the world, saiu apenas uma tradução, uma tradução que me fez refletir muito, embora possa ser apenas uma implicância minha, mas é uma coincidência tremenda, visando os fatos, retornemos à um momento flashback: [flashback] Como devem saber, lancei há uns meses atrás a primeira tradução na história que se tem conhecimento de um jogo para SG-1000, tanto que até notifiquei a minha trajetória com esse jogo aqui no blog [/flashback], e essa minha tradução me fez refletir se realmente inflingiu nesse ROMHack gringo que saiu. O ROMHacko em si é do jogo "The Black Onyx" para SG-1000 lançado pelo Hungdongs. Para mim pareceu ser bem estranho depois de todos esses anos, sair uma tradução do sistema para o inglês somente depois que alguém de outra nação conseguiu fazer tal feito, pode ser uma grande coincidência, mas para mim pareceu um fato um tanto intrigante. Opinião do Knirt a respeito: "Haha, se todo mundo tivesse uma iniciativazinha como a sua, vai ver os gringos só estão acomodados, esperando que nós mostremos que podemos fazer muito sem eles, pra se mobilizar e voltar a trabalhar também! :D". De qualquer forma, foi somente esse ROMHack intrigante que saiu na cena internacional (ou melhor, que apareceu no RHDN).

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Sobre minhas nerdisses internetescas, não há muito o que falar, só que estou mais envolvido na DS Party, embora o meu post ainda não tenha sido avaliado, e não estou com muita vontade de ficar correndo atrás disso, creio que não há mais nada internetesco para falar, pois como já foi dito, meu tempo está reduzido.

Pelo o que andei observando, saíram versões novas do (SNES) bsnes (bsnes 0.061 BETA win); (MULTI) Kega Fusion (Kega Fusion 3.64 win); (PCE / PCE CD) PCEjin (PCEjin svn 128 win); (NDS) iDeaS (iDeaS 1.0.3.4 BETA win) e (PCE / PCE CD) Ootake (Ootake 2.33 win). Também saíram versões novas de outros emuladores também, mas que realmente me interessam foram somente desses. Vale ressaltar que esses só rodam no Windows (observe que em todas as versões adicionei um "win" no nome), pois infelizmente os criadores não quiseram portar esses últimos releases para outros sistemas operacionais.

Em suma, por enquanto é somente isso que tenho para falar, me desculpem, mas a culpa não é minha se os assuntos são poucos, culpem minha nova vida e a minha trajetória. Não sei se vocês perceberam, mas de agora em diante, pretendo sempre fazer minhas postagens em textos justificados, realmente antes achava isso uma grande frescura, mas agora estou vendo como os textos ficam mais bonitos assim. Abraços e uma boa semana para vocês, queridos leitores.

Até mais,
Wolfwood